terça-feira, 16 de Junho de 2009

O RECREIO DA MINHA ESCOLA

O recreio da minha escola
É um sítio de encantar
Tanto estamos a jogar à bola
Como andamos a cantar!

É grande multidão
É grande a confusão
Mas, quando estamos a trabalhar
Só queremos ouvir tocar!

Vanda Mourato, 6.ºE

Cinco Fases Poéticas

Comecei por gatinhar
Logo aprendi a andar
Para a escola depois entrei
E por ler comecei

Ainda em bem pequenino
Algumas rimas já fazia
Percebi que é de menino
Que se começa a poesia

Já andava no 5.ºAno
Quando uns versos escrevi
Levei-os mais além
E um concurso venci

Em adulto a escrever livros
Todos se admiram de mim
Se quiser fazer mais arte
Devo continuar assim

Em idoso e já sem força
Apenas os netos ajudo
Apesar da boa vontade
A cabeça não dá para tudo.

Fábio Barata, 6.ºE

Já aprendi a lição!

JÁ APRENDI A LIÇÃO!

Já aprendi a lição
porque estive com atenção.
Existe rima cruzada
e outra emparelhada.

E se estiver concentrada
também vou aprender
o que a professora vai dizer
da rima interpolada.

Ana Rita Vieira, n.º4
Carlota Neves, n.º7
6.ºE

quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Lendas de Portugal - Algarve


A Lenda das Amendoeiras



Há muito tempo, antes da independência de Portugal, quando o Algarve pertencia aos mouros, havia ali um rei mouro que desposara uma rapariga do norte da Europa, à qual davam o nome de Gilda.
Era encantadora essa criatura, a quem todos chamavam a "Bela do Norte", e por isso não admira que o rei, de tez cobreada, tão bravo e audaz na guerra, a quisesse para rainha.
Apesar das festas que houve nessa ocasião, uma tristeza se apoderou de Gilda. Nem os mais ricos presentes do esposo faziam nascer um sorriso naqueles lábios agora descorados: a "Bela do Norte" tinha saudades da sua terra.
O rei conseguiu, enfim, um dia, que Gilda, em pranto e soluços, lhe confessasse que toda a sua tristeza era devida a não ver os campos cobertos de neve, como na sua terra.
O grande temor de perder a esposa amada sugeriu, então, ao rei uma boa ideia. Deu ordem para que em todo o Algarve se fizessem plantações de amendoeiras, e no princípio da Primavera, já elas estavam todas cobertas de flores.
O bom rei, antevendo a alegria que Gilda havia de sentir, disse-lhe:
- Gilda, vinde comigo à varanda da torre mais alta do castelo e contemplareis um espectáculo encantador!
Logo que chegou ao alto da torre, a rainha bateu palmas e soltou gritos de alegria ao ver todas as terras cobertas por um manto branco, que julgou ser neve.
- Vede - disse-lhe o rei sorrindo - como Alá é amável convosco. Os vossos desejos estão cumpridos!
A rainha ficou tão contente que dentro em pouco estava completamente curada. A tristeza que a matava lentamente desapareceu, e Gilda sentia-se alegre e satisfeita junto do rei que a adorava. E, todos os anos, no início da Primavera, ela via do alto da torre, as amendoeiras cobertas de lindas flores brancas, que lhe lembravam os campos cobertos de neve, como na sua terra.


Pesquisa elaborada por Tiago Ferreira - N.º 20 - 6.º D



domingo, 17 de Maio de 2009

Concurso "Uma aventura literária 2009" -Caminho

Os alunos da nossa escola concorreram mais uma vez ao concurso :"Uma Aventura Literária 2009" promovido pela Editorial Camnho. Este ano apresentaram-se a concurso mais de 12000 trabalhos individuais e de grupo, de mais de seiscentas escolas do ensino básico e secundário.
Mais uma vez tivemos uma aluna premiada. Este ano, a feliz contemplada foi a Maria Beatriz Segorbe Garcia do 5º A. Ganhou o 2º prémio, na modalidade : Crítica Literária.
Parabéns à vencedora e a todos os alunos participantes da nossa escola e agrupamento!
A leitura e a escrita fazem parte das nossas vidas !...

segunda-feira, 11 de Maio de 2009

LIVRO

Ler é um prazer...

Imaginas tudo o que quiseres

Voar, rir, cantar, dançar e tudo mais

Recordas aventuras…um prazer

Ouve o que eles te dizem... vais gostar!

Mónica Simões - Nº18 – 6º D

Poema

Um livro é um amigo

Tem asas e voa

As suas asas são as folhas.

Ele vem sempre comigo

Eu vou sempre com ele

Nas suas histórias e fantasias.

É ele que me traz

Todas as minhas alegrias.


Ana Rita Simões – N.º 2 – 6.º D